segunda-feira, 27 de abril de 2009

ACTO DE CONTRIÇÃO PÚBLICO

Eu, calhau e tapada quem nem porta, me confesso ao JG todo poderoso e ao seu arguto filho porque teimei e bati pé, quando afinal, aquilo que era, não é. Amén.

6 comentários:

jg disse...

Quem não te conhecer, irá ficar surpreendido com esta prova maior de humildade (aparente, diga-se) da tua parte.
Apesar do tributo me ser justamente merecido, quero apenas recordar ás almas mais sensíveis que possam vir em tua defesa que este teu pedido de desculpa e o reconhecimento da tua tacanhice de nada valem, na medida em que na próxima vez que te surjam questões do género, voltrás a teimar e a casmurrar, como te é característico.

Mofina Mendes disse...

Nunca mais casmurrarei...

Mofina Mendes disse...

Garantizo.

Blimunda disse...

E quem é que me garante a mim, que "afinal, aquilo que era, não é. Amén."? Preciso de garantias.

Funes, o memorioso disse...

Eu casmurraria
Tu casmurrarias...

O condicional, Mofina! O condicional, e não o futuro, é que é difícil de conjugar.
Não tão difícil de conjugar como o condicional do verbo tagarelar, reconheço.

Marta disse...

Não sei do que se trata. Nem quero!
Mas um acto de contrição público é sempre algo que me comove :)

Lindo!