quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
ALÔ BRASIU!
Basta de silêncio. Libertem o vosso grito e digam o que vos vai na alma.
A sério que gostava de poder partilhar das vossas opiniões sobre este nosso cantinho.
DEEM-LHE O TITULO QUE VOS APETECER
NÃO AO DESEMPREGO
Que fazemos nós, que assistimos, impotentes, ao avanço esmagador dos grandes potentados económicos e financeiros, loucos por conquistar mais e mais dinheiro, mais e mais poder, com todos os meios legais ou ilegais ao seu alcance, limpos ou sujos, regulares ou criminais?
Podemos deixar a saída da crise nas mãos dos peritos? Não são eles precisamente, os banqueiros, os políticos de máximo nível mundial, os directores das grandes multinacionais, os especuladores, com a cumplicidade dos meios de comunicação social, os que, com a soberba de quem se considera possuidor da última sabedoria, nos mandavam calar quando, nos últimos trinta anos, timidamente protestávamos, dizendo que não sabíamos nada, e por isso nos ridicularizavam? Era o tempo do império absoluto do Mercado, essa entidade presunçosamente auto-reformável e auto-regulável encarregada pelo imutável destino de preparar e defender para sempre e jamais a nossa felicidade pessoal e colectiva, ainda que a realidade se encarregasse de desmenti-lo a cada hora que passava.
E agora, quando cada dia aumenta o número de desempregados? Vão acabar por fim os paraísos fiscais e as contas numeradas? Será implacavelmente investigada a origem de gigantescos depósitos bancários, de engenharias financeiras claramente delitivas, de inversões opacas que, em muitos casos, mais não são que massivas lavagens de dinheiro negro, do narcotráfico e outras actividades canalhas? E os expedientes de crise, habilmente preparados para benefício dos conselhos de administração e contra os trabalhadores?
Quem resolve o problema dos desempregados, milhões de vítimas da chamada crise, que pela avareza, a maldade ou a estupidez dos poderosos vão continuar desempregados, mal-vivendo temporariamente de míseros subsídios do Estado, enquanto os grandes executivos e administradores de empresas deliberadamente conduzidas à falência gozam de quantias milionárias cobertas por contratos blindados?
O que se está a passar é, em todos os aspectos, um crime contra a humanidade e desde esta perspectiva deve ser analisado nos foruns públicos e nas consciências. Não é exagero. Crimes contra a humanidade não são apenas os genocídios, os etnocídios, os campos de morte, as torturas, os assassinatos selectivos, as fomes deliberadamente provocadas, as contaminações massivas, as humilhações como método repressivo da identidade das vítimas. Crime contra a humanidade é também o que os poderes financeiros e económicos, com a cumplicidade efectiva ou tácita de os governos, friamente perpetraram contra milhões de pessoas em todo o mundo, ameaçadas de perder o que lhes resta, a sua casa e as suas poupanças, depois de terem perdido a única e tantas vezes escassa fonte de rendimiento, quer dizer, o seu trabalho.
Dizer “Não ao Desemprego” é um dever ético, um imperativo moral. Como o é denunciar que esta situação não a geraram os trabalhadores, que não são os empregados os que devem pagar a estultícia e os erros do sistema.
Dizer “Não ao Desemprego” é travar o genocídio lento mas implacável a que o sistema condena milhões de pessoas. Sabemos que podemos sair desta crise, sabemos que não pedimos a lua. E sabemos que temos voz para usá-la. Frente à soberba do sistema, invoquemos o nosso direito à crítica e ao nosso protesto. Eles não sabem tudo. Equivocaram-se. Enganaram-nos. Não toleremos ser suas vítimas.
terça-feira, 10 de Novembro de 2009
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
RAP OU O HUMOR COLORIDO
Ricardo Araújo Pereira in Opinião, Boca do Inferno, Revista Visão
terça-feira, 3 de Novembro de 2009
Mais um comentário em forma de post
É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.
Eugénio de Andrade
Porque a vida é breve, e frágil...
REBUÇADOS DE MEL
Nada faz pior à saúde do que a morte
Quando ela ataca não há injecções nem xaropes
Que eliminem os seus efeitos secundários
As pessoas vivas desistem das pessoas que morrem
Deixam de as alimentar e de lhes dar vitaminas
De lhes passar cremes hidratantes na pele
Em vez disso enterram-nas de uma maneira profunda
Como se não houvesse nenhuma forma de as fazer acordar
Para mim, o método mais eficaz para não morrer
É manter os pés e as mãos sempre quentes
Os rebuçados da tosse, como fazem bem a tudo,
Também devem ser bons para evitar a morte
Na nossa mesinha de cabeceira deve existir
Um papagaio verde que esteja sempre a falar
E que saiba de cor todos os versos de Shakespeare
Isso sim, é uma atitude sensata
Mas a vida é uma coisa complicada
Porque está constantemente a avariar
Umas vezes é a corrente eléctrica que falha
Outras é a paisagem dos vales e dos rios que é cortada
De qualquer modo é preciso continuar a respirar
Mesmo que a luz se apague
E nos coloquem à cabeça
Uma pesada jarra de flores
domingo, 1 de Novembro de 2009
sábado, 31 de Outubro de 2009
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
MEA CULPA
terça-feira, 27 de Outubro de 2009
AGUENTEM AÍ OS CAVALOS FAXAVOR
27 OUTUBRO
1949 Egas Moniz é agraciado com o primeiro prémio Nobel da medicina.
2002 Lula da Silva tornou-se presidente do Brasil.
1960 Ben E. King gravou dois temas - Spanish Harlem e este
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
CHÁ DAS CINCO SERVIDO ÀS SEIS E TAL

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
CAIM VAI DE FURGONETA
quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
JARDINS PROIBIDOS
É certo que mal não ia a Portugal se o círculo defeituosamente amassado em toda a sua linha circular, a que se chama Ilha da Madeira não fosse português. Mas é-o. Pelo menos, enquanto os Jardins que por lá desgovernam o rectângulo, governando-se a eles próprios, não se sublevarem definitivamente e zarparem das duas praias paradisíacas, rumo ao continente emproando canhões de guerra e reclamando independência.
terça-feira, 20 de Outubro de 2009
FELICIDADE
In: O vendedor de Passados, José Eduardo Agualusa.
segunda-feira, 19 de Outubro de 2009
DIAS DIFICEIS
Com um beijo especial para a NOSSA TERESA!
Se um miminho servir de alguma coisa, deixo-te um miminho!
sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
14 DE OUTUBRO
Da morte já não me solto se da vida não fazes parte.
Sonhara que fora em mim operada a ablação,
Que do meu corpo extorquiram membros, órgãos vitais,
Afiançara que jamais te abandonara, esperança vã,
Enganos meus querer de olhos vendados recordar teus traços,
E não ver senão auras esvoaçantes, indeléveis esboços fugazes.
Quis-te comigo, repeti teu nome na carne, dei à luz um altar vivo
Mas de nada nos serve enganar a morte disfarçando a vida.
Hoje queria cantar-te e dançar-te alegremente,
Mas levaste-me as pernas, a voz e a rama da oliveira.
Muitas são as noites em que te procuro a sol nascente
Amordaçada pelo cruel silêncio e sossego
Navego na dor que deixaste como herança ardente
Invento rios de risos, montes e vales de medo
Tacteio espelhos do tempo, o gélido vidro hospedando
A morte ao longe engodando e de perto sepultando.
IRMÃ SAUDADE
O vazio em que me deixaste encheu rios de amargo fel.
Nas margens da tua eterna juventude plantei a inexorável dor,
O tormento dessa maldita vacuidade.
Fátua foi a esperança de ver-te chegar e ficar.
As águas do meu rio de fel não te conheceram outra idade,
E por lá fiquei e penei, a dor perdurou e não voltaste irmã saudade.
Dói-me já e sempre a frágil persistência desta memória
Que teima em apagar a lembrança do teu sorriso,
Que apagou já o teu cheiro, o leve cantarolar da tua voz chamando por mim.
Sete mil dias sem o teu viver, sete mil noites sem o teu adormecer para outro acordar.
Sete mil dias vivi, sete mil noites dormi com a cobarde audácia de o fazer sem ti.
Sete mil mortes senti ao gritar sete mil vezes o teu nome, que sete mil mortes roubaram.
Sete mil vezes, devagar morri, irmã saudade.
segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
A MÃE
domingo, 11 de Outubro de 2009
sábado, 10 de Outubro de 2009
quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
A MÃE
Nós, gente do povo, sentimos tudo, mas não sabemos exprimir-nos, temos vergonha porque compreendemos mas não sabemos dizer o que compreendemos. E muitas vezes, por causa desse embaraço, revoltamo-nos contra os nossos pensamentos. A vida bate-nos, tortura-nos de todas as maneiras e feitios, queremos descansar, mas os pensamentos não nos largam.
quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
COMOVENTE
Duelo de Banjo x Violão do filme "Amargo Pesadelo"
Dizem que o vídeo é uma cena verídica.
O garoto não é actor, é apenas um autista que residia no local onde estavam as ser feitas as filmagens de "Amargo Pesadelo"... A equipe parou mum posto de gasolina para abastecer e aconteceu a cena mais marcante que o director teve a felicidade de encaixar no filme.
Reparem na expressão do garoto.
No início está triste, mas à medida que toca seu banjo ele cresce com a música e vai se deixando levar por ela, até transformar sua expressão num sorriso iluminado, contaminando todos com sua alegria, a alegria de um autista que é resgatada por alguns momentos, graças a um violão forasteiro.
O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície. Depois, ele volta para dentro de si, deixando sua parcela de beleza eternizada "por acaso" no filme Amargo Pesadelo (1972)
segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
AQUI D'EL REI!
domingo, 4 de Outubro de 2009
sábado, 3 de Outubro de 2009
quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
Sapatos Voadores
Diz a Sapo Notícias que um estudante turco atirou hoje um sapato, que não era sapato mas sim sapatilha, contra o Director-Geral do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, enquanto este fazia um discurso no encontro anual da organização. O sapato-sapatilha acabou por não atingir Dominique Strauss-Kahn, aterrando aos seus pés. Ora, a meu ver, trata-se de um estudante-cábula de má performance, caso contrário, saberia que a inovação é a base da arte do arremesso. Era um destes que deveria ter atirado.terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Criações de Outubro IV
PAULO XVI
— O Papa?
— Não, o da bola.
Espero que a minha santa paciência produza bons frutos e a conversa mude.
— O da bola?
— Não, o outro.
segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Uma Semente
Luis Portugal
Se houvesse uma semente
Que eu pudesse semear
Eu fazia um canteiro
No melhor do meu jardim
Protegia-o da geada
Dava-lhe o sol a beijar
Tratava do meu canteiro
Como se fosse de mim
E se a flor tivesse as cores
E os reflexos da tua voz
Se tivesse o mesmo cheiro
E o porte que já te vi
Acreditas que eu teria
Plantada no meu jardim
Pintada na minha alma
Se não te posso ter a ti
domingo, 27 de Setembro de 2009
sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
Criações de Outubro III
quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
Criações de Outubro II
terça-feira, 22 de Setembro de 2009
O Candidato Vi Tór
Ora nem mais, Privada! É o nosso Vi Tór de Barrô. Desculpa lá o mau jeito mas a culpa foi tua que lembraste o nome ao santo.Mal não faz
Pior não fica
Vi Tór de Barrô
O candidato com pica!
Vi Tór a Primeiro! Vi Tór ao Poleiro!
O nome Cardoso já conta na lista de Aveiro
É de Barrô e sobra-lhe pêlo na venta
Agora só falta o Vi Tór em S. Benta
Bem Regressado V.C
É ele, é ele! O barroense mais conceituado do país logo a seguir ao boliqueimense que o ladeia. Para quem não sabe devo informar que, já neste famoso encontro presidencial, o nosso Victor Cardoso advertira Sua Excelência o Sr. PR que deveria acautelar-se com as escutas. É que ele há escutas por todo o lado, e dos bons! Quem não vai muito à bola com esta cena escutista é o seu mui distinto parente Funes que, sempre que vem a Barrô, lhe dá nas orelhas. Sexa o Sr. PR aprendeu com o Mestre Funes a desprezar o escutismo. Em contrapartida, o nosso V.C., glorioso escuta, dispende horas preciosas dos seus dias escutando. Eu também Victor, fala que eu escuto. Escutei-o durante largos meses e posso dizer que a ele devo a criação da "Blimunda". Bem haja amigo, e volta sempre. segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
Quem me segura aqui?
Jardim solicita intervenção da ERC no caso das escutas a Belém
Louçã defende esclarecimento da "novela mexicana" por Cavaco Silva
Jerónimo diz que serviços de informação estão governamentalizados
Sócrates irónico sobre envolvimento do SIS nas alegadas escutas a Belém
"Possível violação da privacidade" do PR é "assunto muito sério", diz Portas
Ferreira Leite diz "desconhecer notícia" sobre alegadas escutas em Belém"
Alguém em pleno uso das suas capacidades mentais me consegue explicar que merda de novela é esta? Demitam-me este argumentista, por favor! É absolutamente imprescindível a identificação do mau da fita e da respectiva vítima e aqui ninguém se entende.
quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
Criações de Outubro I
WALKING ON A DREAM
I can’t do well when I think you’re gonna leave me
But I know I try
Are you gonna leave me now
Can’t you be believing now
Empire of the Sun - We are The People
POR APROXIMAÇÃO, DECLARO A SAPHOU A VENCEDORA!
Saphou demonstrou tem o pensamento menos condicionado.
Brilhatosamente! Mais fácil não podia ser...
Concurso efectuado na presença do Governo Civil.
quarta-feira, 16 de Setembro de 2009
QUE CIDADE É ESTA?

Pequena ajuda: Há gente brilhatosamente genuína.
Outra dica: YouTube.
Começa pela letra Q.
terça-feira, 15 de Setembro de 2009
A RARA BELEZA DO SILÊNCIO
segunda-feira, 14 de Setembro de 2009
sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
CANTIGA D'AMOR AO MESTRE
Saphou...
Viciado em derivado de papoila,
Funes foi parar à esquadra.
A guarda, uma forte moçoila
comeu-o na madrugada.
24/9/08 14:04
jorge c. disse...
Mas Funes não se ficou
E com a moral de que não prescinde
Mal a moça se chegou
Tapou-a com uma manta de Minde.
24/9/08 14:28
blimunda disse...
Algemado e em pelota
Clamava por piedade
A guarda afinal velhota
Enganara-o na idade.
24/9/08 14:34
João L. disse...
O comandante do posto chegou
A cena mal começado tinha
Enchendo o peito de ar bradou
Essa manta aí é minha
24/9/08 15:43
blimunda disse...
Ó sô guarda
Aqui d'el rei
Esta gaja não me larga
E eu sou um servo da lei.
24/9/08 16:18
jorge c. disse...
O comandante irritado
Da insubordinação não gostou
E vendo o memorioso ali deitado
Um chuto no cu lhe enfiou
24/9/08 16:22
blimunda disse...
El memorioso vexado
Por tão vil procedimento
Um auto de culpa lavrado
Outorgou ao Destacamento
24/9/08 16:39
João L. disse...
Se não me safo estou feito
Pensou Funes com os seus botões
E vendo o guarda ali a jeito
Agarrou-o pelos colarinhos
24/9/08 17:08
privada disse...
O comandante facista
Ao ver esta realidade
mandou enjaular o artista
pode desrespeito à autoridade
24/9/08 17:21
jorge c. disse...
E novamente por eles enganado
Funes já se mostrava irritado
Pela perfeição da fantasia
Do Guarda Manuel que afinal era Maria.
24/9/08 17:21
blimunda disse...
Protesto! Gritou impertinente
Ninguém me enjaula em vão
Não enrabei o Tenente
Nem tão pouco o Capitão
24/9/08 17:28
blimunda disse...
E o processo correu
P'los gabinetes do MAI
A contra-ordenação prescreveu
E o memorioso nem disse AI
24/9/08 17:55
Funes, o memorioso disse...
Mas que merda vem a ser esta,
Que não se respeita um vice-Deus?
Não importa que seja dia de festa;
Os delírios aqui só podem ser meus.
24/9/08 18:14
pbl disse...
E eu tapo o ouvidão
Mas não consigo cerrar as vistas
E das tripas faço coração
Para ler tantos artistas
24/9/08 19:03
quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
NÃO SE ABSTENHA, FAÇA-SE OUVIR!

segunda-feira, 7 de Setembro de 2009
FOR YOU

sábado, 5 de Setembro de 2009
sexta-feira, 4 de Setembro de 2009
quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
Da Islândia
terça-feira, 1 de Setembro de 2009
São flores, Senhor, são flores.
De caminho para o escritório passo num cruzamento rodoviário que junta duas partes da mesma freguesia trespassada pela estrada nacional nº 1 há já tantos anos que desisti de os somar e onde se têm perdido algumas vidas, sobretudo de peões. Há uns meses atrás, talvez um ano que o tempo não se faz rogado em voos nem tem limites de velocidade, as entidades tutelares da responsabilidade rodoviária da zona entenderam, sabe-se lá depois de quantas e quais manifestações populares, que o número de mortes que desconheço sabendo-se, no entanto, que é maior que um, portanto de boa medida, seria suficiente para finalmente plantar-se o equipamento semafórico respectivo no dito cruzamento. Bem, não é este o cerne da questão que me levou a ter vontade de escrever nem mesmo sei sequer se seria sobre alguma coisa já que o que me chamou a atenção terá sido uma manifestação pessoal que poderá significar de forma distinta de pessoa para pessoa.sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
E as colocações?
quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
Mázinha sou eu...
Ai pobre de mim!
Que tristeza, ao contrário do que pensava, não sou assim tão boazinha.
terça-feira, 25 de Agosto de 2009
segunda-feira, 24 de Agosto de 2009
sexta-feira, 21 de Agosto de 2009
quarta-feira, 19 de Agosto de 2009
Mofina, e se a gente aproveitasse...
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(Nota nº1: as obras começam ao 2º minuto e são todas feitas com a boca - aproveitando o mote da Mofina)
(Nota nº2: para quem se dê ao trabalho de ouvir a música toda e se pergunte a que propósito vem o tema da Missão Impossível lá pelo meio, o nome da peça é 'As Obras da Casa da Música', pelos Canto Nono)
segunda-feira, 17 de Agosto de 2009
APELO APELATIVO

sexta-feira, 14 de Agosto de 2009
A REQUIEM FOR THE POST WAR DREAM
O LP foi editado no Reino Unido em 21 de Março de 1983 e nos Estados Unidos em 2 de Abril. The Final Cut chegou a Nº 1 de vendas nas tabelas do Reino Unido e a Nº 6 nos Estados Unidos. Em 23 de Maio de 1983, The Final Cut chegou a disco de ouro e platina e em 31 de Janeiro de 1997 atingiu a dupla platina.Originalmente agendado para ser a banda sonora do filme da banda "The Wall", evoluiu para se tornar em mais um álbum conceitual, marchando contra a guerra e com o subtítulo de "A requiem for the post war dream" ("uma elegia para o sonho do pós-guerra").O álbum parece ser divido em duas histórias separadas que se intercalam.Uma parece ser a visão de Waters sobre os problemas do mundo actual (faixas 1, 5, 7, 9, 11, 12), muitas destas são sobre a Guerra das Malvinas e condenam Margaret Thatcher, Ronald Reagan e Menahem Begin, entre outros. Waters expõe também a sua visão do mundo e termina o álbum com um holocausto nuclear que ele teme poder vir a acontecer.Há também uma pequena história sobre a paranóia de um veterano da II Guerra Mundial (faixas 2, 4, 6 e 10) presumivelmente por ter estado envolvido no bombardeamento a Dresden. As canções também reportam as memórias de Waters sobre a guerra (Your possible pasts), culpando a escola pelos seus problemas (One of the Few, The Hero's Return), lamentando a sua vida (Paranoid eyes) e chegando quase ao suicídio (The final cut).“Not now John” foi editado em single (sendo o verso “fuck all that” dobrado para “stuff all that” e tendo no lado 2 uma versão mais comprida de “The Hero's Return”. Foi também feito um vídeo EP para acompanhamento de quatro das canções do álbum e realizado pelo (na altura) cunhado de Waters.Em 1986, o álbum foi editado em CD. Em 1994 foi reeditado com nova mistura digital. Para comemorar o 21º aniversário do lançamento foi editado em 19 de Março de 2004 com nova mistura e nova embalagem, contendo a faixa “When the tigers broke free”, anteriormente apenas acessível em single ou na banda sonora do Filme “The Wall”.
In: Wikipédia
quinta-feira, 13 de Agosto de 2009
O PONTO "!"
Quisera, um dia, ter veloz e escorreito débito de palavras capazes de exprimir pensamentos meus imunes à sua comunicação, indiferentes ao receptor e suas minudências interpretativas -Missão Impossível!
quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
SILÊNCIO
segunda-feira, 10 de Agosto de 2009
DE REGRESSO E EM GRANDE ESTILO
GOSTO DAS TUAS EXTENÇÕES DE CABELO, MAS AGORA PÁRA DE DESAFINAR QUE JÁ NEM TE POSSO OUVIR...
sexta-feira, 7 de Agosto de 2009
RESPIRAÇÃO DE PEIXE
quinta-feira, 6 de Agosto de 2009
sábado, 1 de Agosto de 2009
QUAL CONCURSO PÚBRICO?

Antes que a Blimunda dê por nada, vamos lá alcatroar a margem do Cértima. Privada, com o cilindro, faxfavor!
sexta-feira, 31 de Julho de 2009
ESTRANHO MODO DE SER
quinta-feira, 30 de Julho de 2009
terça-feira, 28 de Julho de 2009
AS PALAVRAS E OS HOMENS
segunda-feira, 27 de Julho de 2009
O HOMEM QUE FOI TORNEIRO
sexta-feira, 24 de Julho de 2009
DA GENIALIDADE
quinta-feira, 23 de Julho de 2009
AS MULHERZINHAS
quarta-feira, 22 de Julho de 2009
terça-feira, 21 de Julho de 2009
BABOOSHKA
Decorria o ano civil de 1980 e terminava o lectivo. Estávamos, portanto, em finais de Junho ou início de Julho - falha-se-me já a memória - e as festas dos finalistas do 9º ano preparavam-se com o êxtase e empenhamento de quem não mais teria 14 anos. À Rita coube-lhe o playback da Kate Bush. Gótica como nunca, trajada de véus esvoaçantes, deambulava ao som da “Babooshka” pelo polivalente apinhado de malta compondo uma massa uniforme envolvida por aquela mística melodia. Chegara, enfim, o seu ansiado showtime e, em pura sintonia de gestos coreográficos, deu voz ao corpo agitando o dedo indicador no ar em semi-circulo e bamboleando as nádegas ao ritmo do “Tragedy”. Foi lindo de morrer! O espectáculo prosseguiu com um concerto da Adelaide Ferreira - her-self. A “Baby Suicida” fez as delícias das mentes perversas dos rapazotes e a noite entrou-nos alma adentro habitando as fantasias e os delírios juvenis! E a década de 80 lá fora à espreita!
segunda-feira, 20 de Julho de 2009
VONTADE
domingo, 19 de Julho de 2009
sexta-feira, 17 de Julho de 2009
quinta-feira, 16 de Julho de 2009
EXALTEMOS MORAL
“Eram quatro horas de uma tarde de Verão quando a equipa da Revista País Positivo foi ao encontro, na Fundição de Oeiras, de Isaltino Morais, Presidente da Câmara Municipal de Oeiras. O encontro deveu-se aquando das comemorações dos 250 anos do concelho e é indelével a doce forma como a autarquia se empenha em iniciativas como a que nos preparamos para assistir. Estamos à porta da Fundição de Oeiras, com Isaltino Morais preparado para nos fazer uma visita guiada por uma das maiores exposições jamais realizadas sobre um concelho: “Celebrar Oeiras – Passado, presente e futuro”. Entremos então…”Neste romanceado artigo podemos ainda ler uma citação daquele Presidente. - “Winston Churchill costumava dizer que: «é sempre avisado olhar em frente, mas difícil é olhar para além do que se pode ver». Por mim concluo que Churchill teria gostado de viver em Oeiras. Eu gosto e muito.”
Pois, então não havia de gostar?! Até porque conseguiu a proeza de aprender a olhar para além do que se pode ver, por nós, os outros, aqueles que pautam a sua conduta social, política e económica por práticas honestas e à vista de todos os olhares.
































