quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O CÓDIGO DA VINCI

“Avassalado por uma súbita reverência, Langdon caiu de joelhos. Pareceu-lhe, por um instante, ouvir uma voz de mulher…a sabedoria das idades…murmurar-lhe das profundezas da terra.”

Há sempre uma pontinha de tristeza quando seja o que for, capaz de proporcionar-nos prazer, chega ao fim. Apenas duas palavras para definir este romance: “Da Deusa”

8 comentários:

jg disse...

Eu, é mais bolos.

Mofina Mendes disse...

Ena, conseguiste!

DE ou DA deusa? Se for DE fico consciência manes tranquila, a sério.

Mofina Mendes disse...

menos

Mofina Mendes disse...

Com o DA concordo à vontade!

Blimunda disse...

Querida, aplica-te. Nunca ouviste falar em duplo sentido? O Jacques Saunière era perito nisso. E sim, acho que deves ficar com a consciência inquieta, porque o livro é replecto de bons ensinamentos, verdades histórico-científicas e muito muito simbolismo. Acho que vou pedir uma opinião ao Grão-Mestre Funes.

jg disse...

"Replecto"?! Mãezinha do céu...

claras manhãs disse...

Blimunda
Eu sou suspeita, não gostei nada do Código.
As verdades histórico-científicas, estão a maior parte delas erradas, e o simbolismo também tem erros de palmatória.
A parte matemática, dizem os matemáticos, também tem erros grosseiros.
No meu entender, além disso é uma xaropada
tem ritmo e no fim de cada capítulo faz algum suspense para o seguinte. Estas duas coisas são talvez o que de melhor o Código tem, o que é pouco na minha opinião.
estou com curiosidade sobre o que dirá o Funes se o ler.

Claro que é só a minha opinião.

beijinho

Blimunda disse...

JG, faça favor de ir ler a última frase do post anterior e o seu primeiro comentário. Se não puseres tu o teu dedo podes crer que não deixarei passar a oportunidade de por eu o meu. Seu corrector virtual de meia tigela!!!

Claras, não ponho em causa a veracidade ou não dos pressupostos científicos, históricos e matemáticos de Dan Brown. Reforcei, no entanto, a partir do livro, a ideia fulcral do romance e que há já muito adquiri. Nada é verdade, tudo é relativo.