terça-feira, 29 de setembro de 2009

PAULO XVI

Quase todos os dias se baralha com o nome Bento.
— O Papa?
— Não, o da bola.

Espero que a minha santa paciência produza bons frutos e a conversa mude.
— O da bola?
— Não, o outro.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Uma Semente



Luis Portugal

Se houvesse uma semente
Que eu pudesse semear
Eu fazia um canteiro
No melhor do meu jardim
Protegia-o da geada
Dava-lhe o sol a beijar
Tratava do meu canteiro
Como se fosse de mim

E se a flor tivesse as cores
E os reflexos da tua voz
Se tivesse o mesmo cheiro
E o porte que já te vi
Acreditas que eu teria
Plantada no meu jardim
Pintada na minha alma
Se não te posso ter a ti

domingo, 27 de setembro de 2009

It's coming?



Até onde me levou o pássaro da teresa g.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O Candidato Vi Tór

Ora nem mais, Privada! É o nosso Vi Tór de Barrô. Desculpa lá o mau jeito mas a culpa foi tua que lembraste o nome ao santo.


Mal não faz
Pior não fica
Vi Tór de Barrô
O candidato com pica!

Vi Tór a Primeiro! Vi Tór ao Poleiro!
O nome Cardoso já conta na lista de Aveiro
É de Barrô e sobra-lhe pêlo na venta
Agora só falta o Vi Tór em S. Benta

Bem Regressado V.C

É ele, é ele! O barroense mais conceituado do país logo a seguir ao boliqueimense que o ladeia. Para quem não sabe devo informar que, já neste famoso encontro presidencial, o nosso Victor Cardoso advertira Sua Excelência o Sr. PR que deveria acautelar-se com as escutas. É que ele há escutas por todo o lado, e dos bons! Quem não vai muito à bola com esta cena escutista é o seu mui distinto parente Funes que, sempre que vem a Barrô, lhe dá nas orelhas. Sexa o Sr. PR aprendeu com o Mestre Funes a desprezar o escutismo. Em contrapartida, o nosso V.C., glorioso escuta, dispende horas preciosas dos seus dias escutando. Eu também Victor, fala que eu escuto. Escutei-o durante largos meses e posso dizer que a ele devo a criação da "Blimunda". Bem haja amigo, e volta sempre.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

WALKING ON A DREAM



I can’t do well when I think you’re gonna leave me
But I know I try
Are you gonna leave me now
Can’t you be believing now

Empire of the Sun - We are The People

POR APROXIMAÇÃO, DECLARO A SAPHOU A VENCEDORA!



Saphou demonstrou tem o pensamento menos condicionado.

Brilhatosamente! Mais fácil não podia ser...

Concurso efectuado na presença do Governo Civil.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

QUE CIDADE É ESTA?


Habilitem-se a fabulosos prémios!

Pequena ajuda: Há gente brilhatosamente genuína.
Outra dica: YouTube.
Começa pela letra Q.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

UM POSSÍVEL DIÁLOGO

— Então, como correu a festa do leitão?
— Muito bem, comi um sushi delicioso.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

CANTIGA D'AMOR AO MESTRE

Andava eu pela casa do Mestre, remexendo gavetas e gavetinhas em busca de umas datas que agora não interessam nada, e encontro esta pérola. Regalem-se!

Saphou...
Viciado em derivado de papoila,
Funes foi parar à esquadra.
A guarda, uma forte moçoila
comeu-o na madrugada.
24/9/08 14:04

jorge c. disse...
Mas Funes não se ficou
E com a moral de que não prescinde
Mal a moça se chegou
Tapou-a com uma manta de Minde.
24/9/08 14:28

blimunda disse...
Algemado e em pelota
Clamava por piedade
A guarda afinal velhota
Enganara-o na idade.
24/9/08 14:34

João L. disse...
O comandante do posto chegou
A cena mal começado tinha
Enchendo o peito de ar bradou
Essa manta aí é minha
24/9/08 15:43

blimunda disse...
Ó sô guarda
Aqui d'el rei
Esta gaja não me larga
E eu sou um servo da lei.
24/9/08 16:18

jorge c. disse...
O comandante irritado
Da insubordinação não gostou
E vendo o memorioso ali deitado
Um chuto no cu lhe enfiou
24/9/08 16:22

blimunda disse...
El memorioso vexado
Por tão vil procedimento
Um auto de culpa lavrado
Outorgou ao Destacamento
24/9/08 16:39

João L. disse...
Se não me safo estou feito
Pensou Funes com os seus botões
E vendo o guarda ali a jeito
Agarrou-o pelos colarinhos
24/9/08 17:08

privada disse...
O comandante facista
Ao ver esta realidade
mandou enjaular o artista
pode desrespeito à autoridade
24/9/08 17:21

jorge c. disse...
E novamente por eles enganado
Funes já se mostrava irritado
Pela perfeição da fantasia
Do Guarda Manuel que afinal era Maria.
24/9/08 17:21

blimunda disse...
Protesto! Gritou impertinente
Ninguém me enjaula em vão
Não enrabei o Tenente
Nem tão pouco o Capitão
24/9/08 17:28

blimunda disse...
E o processo correu
P'los gabinetes do MAI
A contra-ordenação prescreveu
E o memorioso nem disse AI
24/9/08 17:55

Funes, o memorioso disse...
Mas que merda vem a ser esta,
Que não se respeita um vice-Deus?
Não importa que seja dia de festa;
Os delírios aqui só podem ser meus.
24/9/08 18:14

pbl disse...
E eu tapo o ouvidão
Mas não consigo cerrar as vistas
E das tripas faço coração
Para ler tantos artistas
24/9/08 19:03

THANKS TO GODMOTHER MAC



Andre Rieu

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

NÃO SE ABSTENHA, FAÇA-SE OUVIR!


A quem já tenha visto os anúncios publicitários que apelam ao voto nas eleições, peço ajuda para (des) classificar tal campanha. É que me faltam as palavras certas...

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

FOR YOU


Será o conhecimento uma razão para não precisar de olhar para o que se se sente. É possível que exista uma maior força do que a da alavanca levantando o mundo. O motor de busca encontra a Luz porque é mais denso do que todas as combinações alfabéticas. Os sonhos quando descodificados também crescem em números redondos. E a vida poderá ser repetida com maiores probabilidades. Encontros e idiomas já esquecidos. Somos das janelas sem lugar. Mas que se demoram na mesma paisagem. No mesmo silêncio murmurado. O que se se sente é que é a razão. E não há mais dúvida nem ciência: Sibilina é a amizade quando se basta.

sábado, 5 de setembro de 2009

MENINAS DO CÉRTIMA





É só adivinhar a qual das Cinderelas pertencem...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Ai pá! Que foi? Foram cardos.

Boa noite. Eu sou a Manuela Moura Guedes e este NÃO é o Jornal Nacional.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Da Islândia


Num ímpeto súbito de nostalgia lusitana, tento com desespero encontrar El Corte Inglés mais próximo. A Saphou lança-me um olhar vulcânico no qual adivinho, apesar de tudo, uma total resignação. Podia pedir desculpa por ser tão provinciana, mas acho que não faria sentido.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

São flores, Senhor, são flores.

De caminho para o escritório passo num cruzamento rodoviário que junta duas partes da mesma freguesia trespassada pela estrada nacional nº 1 há já tantos anos que desisti de os somar e onde se têm perdido algumas vidas, sobretudo de peões. Há uns meses atrás, talvez um ano que o tempo não se faz rogado em voos nem tem limites de velocidade, as entidades tutelares da responsabilidade rodoviária da zona entenderam, sabe-se lá depois de quantas e quais manifestações populares, que o número de mortes que desconheço sabendo-se, no entanto, que é maior que um, portanto de boa medida, seria suficiente para finalmente plantar-se o equipamento semafórico respectivo no dito cruzamento. Bem, não é este o cerne da questão que me levou a ter vontade de escrever nem mesmo sei sequer se seria sobre alguma coisa já que o que me chamou a atenção terá sido uma manifestação pessoal que poderá significar de forma distinta de pessoa para pessoa.
Uma jarra de flores frescas, um boquet em forma de roda e umas quantas velas acesas embelezavam - se assim se pode chamar ao efeito que o conjunto produziu encostado ao sinal de sentido obrigatório - pela manhã o dito malfadado cruzamento. Estar-se-ia em pleno direito de dizer, caso se tratasse de outro tipo de artigos que não flores acompanhadas de velas, cobras e lagartos. Mas não. Eram mesmo flores, daí não ser de bom-tom dizer-se cobras e lagartos e outros seres rastejantes a preceito. O que eu não queria de forma alguma era maldizer os sentimentos de quem sente a morte de alguém próximo. Também não queria avaliar o quilate dos símbolos, pois se todos nós vivemos agarrados às mais variadas simbologias. Mas caramba! Flores encostadas a rochedos que deixaram escapar farpas mortais arrancadas do seu porto seguro por marés vivas demolidoras? No meio de cruzamentos ou eixos rodoviários que implacavelmente levam a vida dos nossos? Encostadas a gradeamentos que encerram mansões luxuriosas enlutadas ou jardins de zonas residenciais nas quais em vida se viu viver alguém que morreu? Pode até lavar a alma sofredora dos que cá choram as vidas que foram mas, para mim, serve muito melhor o comércio floricultor. Não há dor da perda de alguém querido que se possa amenizar com qualquer flor, palavra, missa ou sorriso. De nada servem os símbolos, a nada servem as flores senão, talvez, a embelezar a vaidade própria de nos sentirmos e mostrarmos infelizes.

Agora é a minha vez




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