domingo, 10 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
RSI
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Blimunda
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quinta-feira, outubro 07, 2010
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domingo, 3 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Uma inútil e bem paga opinião.
Antes de nos entrarem casa adentro sem pedir licença, certos formadores de opiniões deveriam ser coagidos a formarem-se adequadamente. Como em democracia toda a gente diz o que quer e não, obrigatoriamente, tudo o que sabe, não se pode dizer que exista culpabilidade do agente de comunicação no cometimento do facto, sendo que para isso seria necessário que o mesmo lhe pudesse ser imputado a título de dolo ou negligência. Não é. É simples, inútil e bem paga opinião.
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Blimunda
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terça-feira, setembro 28, 2010
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
O arraial continua!
Já está por todo o lado. No Facebook, no Sapo Notícias, Na TSF cuja jornalista se deu ao trabalho de fazer uma montagem entre o vídeo da Ministra e o vídeo do menino, enfim, pelo mundo da verdadeira indústria da criação de valores – a nossa real e actual escola – a comunicação social. “Jovem estudante reproduz no Youtube mensagem da ministra da Educação”. E põe-se o menino a brilhar sob o estandarte das glórias do Big Brother, do olho que tudo vê e onde nada se esconde, representando o elevadíssimo número de teatro de imitação. Está, certamente, garantido o “Excelente” no Clube de Artes de Teatro para este menino. E para os seus pais e restantes adultos que dão cobertura e incentivo a estas práticas eu garantiria o mais profundo “Medíocre” da história da Educação.
Entendo que foi de uma infelicidade atroz o conteúdo e a forma do vídeo em que a Ministra se predispõe a dar as boas vindas ao novo ano lectivo. De sobremaneira infeliz é, sem a menor da dúvidas, a falta de bom senso e boas maneiras dos adultos - pais e jornalistas – que permitiram que se use uma criança de 10 anos, uma criança que deve ser orientada no sentido do respeito pelos outros, venha para as redes de comunicação social ostentar e dar continuidade pública ao ridículo. A esta criança, aplaudirão, pais e professores que se sentem injustiçados e bem, pelas políticas governamentais, esquecendo que é a eles e aos seus filhos educandos e/ou alunos que prejudicam. As boas acções nascem pelo exemplo que se mostra e não pelo bem que as más nos farão ao ego.
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Blimunda
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quarta-feira, setembro 22, 2010
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terça-feira, 21 de setembro de 2010
Corações ao alto!
Era já noite alta. O bom senso mandava dormir mas a irreverência adormecida há já algum tempo mandava que despertasse. Estava cansada de se ver definhar. Não foi preciso ir longe. A ajuda estava apenas à distância de um par de cliques. A sublime presença, a amizade que lhe dedicou desde o início fê-la renascer. Dois dedos de conversa e, por artes desconhecidas, os olhos abriram-se para o que sempre estivera à sua frente. Dói menos se assim o desejarmos. O remédio para a enfadonha mas mortífera moléstia não está senão no próprio querer. - “Não foram as circunstâncias do ambiente que te rodeia que mudaram, foste tu” – dissera-lhe ela.
O dia amanheceu alerta e disposto a percorrer o seu caminho. Bom dia, Alegria! Venham mais cinco, venham mais dez, venham quantos vierem que a pétala pode até murchar mas ficará para sempre o aroma do bem que fez enquanto viçosa.
Obrigada, amiga!
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Blimunda
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terça-feira, setembro 21, 2010
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010
O valioso tempo dos maduros
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana, que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade...
Só há que caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!
Mário de Andrade
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana, que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade...
Só há que caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!
Mário de Andrade
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segunda-feira, setembro 20, 2010
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
BOM DIA
"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."
(Antoine de Saint-Exupery)
(Antoine de Saint-Exupery)
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Blimunda
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segunda-feira, setembro 13, 2010
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Stress Pós-Férias
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Blimunda
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quarta-feira, setembro 08, 2010
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
A ESCOLHA

Não consigo sair do labirinto. Ignoro a diferença entre uma chaves de fendas e uma chaves inglesa. Podia usar a chave mestra, no entanto, confesso, prefiro esperar pela chaves da cidade. Até lá, vou fazendo casacos e camisolas com o fio de Ariadne. Tarde ou cedo, o Inverno há-de vir.
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Mofina
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quinta-feira, setembro 02, 2010
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quarta-feira, 28 de julho de 2010
LIGAR AS COLUNAS (OU TALVEZ NÃO)
Num certo livro de matemática, um quociente apaixonou-se por uma incógnita.
Ele, o quociente, produto notável de uma família importantíssima de polinômios.
Ela, uma simples incógnita, de mesquinha equação literal.
Oh, que tremenda desigualdade.
Mas como todos sabem, o amor não tem limites e vai do mais infinito até o menos infinito.
Apaixonado, o quociente a olhou do vértice à base, sob todos os ângulos, agudos e obtusos.
Era linda, uma figura ímpar e punha-se em evidência: olhar rombóide (rombo=losango), boca trapezóide, seios esféricos num corpo cilíndrico de linhas senoidais (curvas).
– Quem és tu? – perguntou o quociente com olhar radical.
– Sou a raiz quadrada da soma dos quadrados dos catetos.
Mas pode me chamar de hipotenusa – respondeu ela com uma expressão algébrica de quem ama.
Ele fez de sua vida uma paralela à dela, até que se encontraram no infinito.
E se amaram ao quadrado da velocidade da luz, traçando ao sabor do momento e da paixão, retas e curvas no jardim da quarta dimensão.
Ele a amava e a recíproca era verdadeira.
Adoravam-se nas mesmas razões e proporções no intervalo aberto da vida.
Três quadrantes depois resolveram se casar.
Traçaram planos para o futuro e todos desejaram a felicidade integral.
Os padrinhos foram o vetor e a bissetriz.
Tudo estava nos eixos.
O amor crescia em progressão geométrica.
Quando ela estava em suas coordenadas positivas, tiveram um par: o menino, em homenagem ao padrinho, chamaram de versor; a menina, uma linda abscissa.
Ela sofreu duas operações.
Eram felizes até que, um dia, tudo se tornou uma constante.
Foi aí que surgiu um outro, sim, um outro.
O máximo divisor comum, um freqüentador de círculos viciosos.
O mínimo que o máximo ofereceu foi uma grandeza absoluta.
Ela sentiu-se imprópria, mas amava o máximo.
Sabedor desta regra de três, o quociente chamou-a de fração ordinária.
Sentindo-se um denominador comum, resolveu aplicar a solução trivial: um ponto de descontinuidade na vida deles.
Quando os dois amantes estavam em colóquio, ele em termos menores e ela de combinação linear, chegou o quociente e nu giro determinante disparou o seu 45.
Ela foi para o espaço imaginário e ele foi para num intervalo fechado, onde a luz solar se via através de pequenas malhas quadráticas.
Millôr Fernandes
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quarta-feira, julho 28, 2010
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Qual Cruz Pesada, Qual Quê?
http://www.youtube.com/watch?v=c1O-r1q2cwI&feature=related
The Gossip - "Heavy Cross" LIVE bei ZDF"Wetten, dass..?"
Peso pesado sim, mas na qualidade da voz! Que importam as formas se o conteúdo as supera?!
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sexta-feira, julho 16, 2010
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SOLIDARIEDADE À PORTUGUESA
O número de dadores de sangue e de medula óssea aumentou em Portugal de forma elevadíssima. Um facto louvável, sem dúvida.
Só um pormenor pode causar alguma consternação: Porque será que as pessoas aderem sobretudo nos lugares públicos? Basta pôr um posto de recolha num centro comercial para haver logo uma fila de gente solidária. E se o ambiente for animado, por exemplo, com exercícios de fitnees, não como irromper da multidão.
Exibicionismo? Talvez. Mas até nem é por mal, é mais por algo que nos está no sangue. Afinal, importante são os resultados.
Só um pormenor pode causar alguma consternação: Porque será que as pessoas aderem sobretudo nos lugares públicos? Basta pôr um posto de recolha num centro comercial para haver logo uma fila de gente solidária. E se o ambiente for animado, por exemplo, com exercícios de fitnees, não como irromper da multidão.
Exibicionismo? Talvez. Mas até nem é por mal, é mais por algo que nos está no sangue. Afinal, importante são os resultados.
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sexta-feira, julho 16, 2010
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
CALAI-VOS, Ó PESSIMISTAS!
Está decidido, a partir de agora só se deve ler o Financial Times. Por uns trocados, o nosso Sócrates criou uma oportunidade excelente para acabar com os calmantes e anti-depressivos. Sem dispensa na farmácia, até podemos ficar ricos.
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Mofina
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quinta-feira, julho 15, 2010
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
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