
Pequena ajuda: Há gente brilhatosamente genuína.
Outra dica: YouTube.
Começa pela letra Q.



De caminho para o escritório passo num cruzamento rodoviário que junta duas partes da mesma freguesia trespassada pela estrada nacional nº 1 há já tantos anos que desisti de os somar e onde se têm perdido algumas vidas, sobretudo de peões. Há uns meses atrás, talvez um ano que o tempo não se faz rogado em voos nem tem limites de velocidade, as entidades tutelares da responsabilidade rodoviária da zona entenderam, sabe-se lá depois de quantas e quais manifestações populares, que o número de mortes que desconheço sabendo-se, no entanto, que é maior que um, portanto de boa medida, seria suficiente para finalmente plantar-se o equipamento semafórico respectivo no dito cruzamento. Bem, não é este o cerne da questão que me levou a ter vontade de escrever nem mesmo sei sequer se seria sobre alguma coisa já que o que me chamou a atenção terá sido uma manifestação pessoal que poderá significar de forma distinta de pessoa para pessoa.
O LP foi editado no Reino Unido em 21 de Março de 1983 e nos Estados Unidos em 2 de Abril. The Final Cut chegou a Nº 1 de vendas nas tabelas do Reino Unido e a Nº 6 nos Estados Unidos. Em 23 de Maio de 1983, The Final Cut chegou a disco de ouro e platina e em 31 de Janeiro de 1997 atingiu a dupla platina.Originalmente agendado para ser a banda sonora do filme da banda "The Wall", evoluiu para se tornar em mais um álbum conceitual, marchando contra a guerra e com o subtítulo de "A requiem for the post war dream" ("uma elegia para o sonho do pós-guerra").O álbum parece ser divido em duas histórias separadas que se intercalam.Uma parece ser a visão de Waters sobre os problemas do mundo actual (faixas 1, 5, 7, 9, 11, 12), muitas destas são sobre a Guerra das Malvinas e condenam Margaret Thatcher, Ronald Reagan e Menahem Begin, entre outros. Waters expõe também a sua visão do mundo e termina o álbum com um holocausto nuclear que ele teme poder vir a acontecer.Há também uma pequena história sobre a paranóia de um veterano da II Guerra Mundial (faixas 2, 4, 6 e 10) presumivelmente por ter estado envolvido no bombardeamento a Dresden. As canções também reportam as memórias de Waters sobre a guerra (Your possible pasts), culpando a escola pelos seus problemas (One of the Few, The Hero's Return), lamentando a sua vida (Paranoid eyes) e chegando quase ao suicídio (The final cut).“Not now John” foi editado em single (sendo o verso “fuck all that” dobrado para “stuff all that” e tendo no lado 2 uma versão mais comprida de “The Hero's Return”. Foi também feito um vídeo EP para acompanhamento de quatro das canções do álbum e realizado pelo (na altura) cunhado de Waters.Em 1986, o álbum foi editado em CD. Em 1994 foi reeditado com nova mistura digital. Para comemorar o 21º aniversário do lançamento foi editado em 19 de Março de 2004 com nova mistura e nova embalagem, contendo a faixa “When the tigers broke free”, anteriormente apenas acessível em single ou na banda sonora do Filme “The Wall”.
In: Wikipédia
“Eram quatro horas de uma tarde de Verão quando a equipa da Revista País Positivo foi ao encontro, na Fundição de Oeiras, de Isaltino Morais, Presidente da Câmara Municipal de Oeiras. O encontro deveu-se aquando das comemorações dos 250 anos do concelho e é indelével a doce forma como a autarquia se empenha em iniciativas como a que nos preparamos para assistir. Estamos à porta da Fundição de Oeiras, com Isaltino Morais preparado para nos fazer uma visita guiada por uma das maiores exposições jamais realizadas sobre um concelho: “Celebrar Oeiras – Passado, presente e futuro”. Entremos então…”
Privada, antes de agendares a visita a Castril, sai para fora cá dentro e vem tomar um xiripiti ao 100stress. É só seguir sempre em frente pela rua do Carril, desembocas no CCB – Centro Cultural de Barrô, para os amigos "Titanic" e lá estarei à tua espera. Caso não possas despender do teu tempo precioso mandarei o nosso A7 para te recolher no Sá Carneiro. Enviarei à Ana a documentação necessária ao voo. Não te preocupes com o escaldão do encontro. Temos logo ali em baixo as águas do Cértima onde poderemos refrescar o corpo cálido da ardente ansiedade que o atormenta. Traz a Saphou! O Mestre já conhece mas se pedir muito deixa que vos acompanhe.
"... acorda, S. João, acorda, que amanhã é o teu dia..."
![[s+joao.jpg]](http://3.bp.blogspot.com/_jjC3R-V-LdI/Sjjbl74FzsI/AAAAAAAAD0U/8rhSaPi8Aao/s400/s%2Bjoao.jpg)
(Música: Toques do Caramulo, adaptação de música tradicional das abas serranas do Caramulo, pela D'orfeu.)
(Ah, e não percam o 'Povo que lavas no Rio Águeda')
Aviso à navegação: não ando por aqui hoje, mas se tudo tiver corrido como previsto, o blogger publicou um post agendado anteriormente. O traidor, que trata uns como filhos e outros como enteados.
Seja como for... divirtam-se.
Os directores, gestores e administradores das empresas devem ser compensados à medida da sua competência e dos resultados financeiros que derivam da sua actuação pessoal, directa ou indirectamente. Ok, nada de novo! Parece-me, no entanto, altamente discutível o valor que se deve pagar, sobretudo se se tiver em linha de conta o factor justiça, sendo certo que justiça não passa de um conceito abstracto e que de salário se pode ter uma percepção sensorial.
Não era um rapaz atraente, ainda hoje o não é, verdade seja dita. Para o baixote, muito aquém do Francisco que na altura fazia as delícias das “meninas-bem” da cidade quando ia para o parque jogar ténis. Calado o suficiente para não dar nas vistas, metido consigo mesmo sentava-se dois lugares atrás de mim na fila situada mais à direita. Do meu lugar não era difícil visionar a aplicação extremosa que dedicava à preparação das bolinhas de papel que atirava aos colegas. Na aula de Inglês brilhou imitando Kevin Currie quando aprendemos os tempos verbais entoando “The logical Song” dos Supertramp. Nunca se fez rogado ao croissant com fiambre que a pretexto de ter que ir à casa de banho porque não se aguentava mais, um de nós comprava no bar à-vez-à-vez. Nas aulas de filosofia era aplicado e não tirava os olhos da professora, aliás como os restantes alunos machos. Era um pedaço de professora! Boa como o milho e ainda por cima loira. Não tenho ideia de que fosse burra. Acho que não era. Eu era boa a filosofia. Quando, no 11º ano, visitámos o museu de arte antiga e eu, graças à feijoada da minha tia, vomitei os encerados todos, foi um tipo porreiro e fez-me o grande favor de não me deixar em paz o resto do dia. Não me lembro se tinha boas notas a jornalismo mas regra geral era um aluno mediano. Acabou-se o liceu e perdi-lhe o rasto, como perdi o da maioria dos colegas dos meus 10 e 11º ano no Liceu José Estevão. Fiquei boquiaberta quando, uns anos mais tarde, o vi a fazer uma reportagem na Sic. Caramba, pá! O Carlos Rico seguiu jornalismo e está na Sic!
Sometimes - Reamonn
São vezes demais as vezes em que a voz nos grita de dentro
Mentiras que sonhos esmagam em céus incandescentes
Devaneios implorados, concedidos, desmedidos, trucidados
Semeados em desnudas mentes condoídas do mais bravio desalento
São vezes de menos as vezes em que a voz nos grita por dentro
Palavras que elevam a força e joelhos aprumam estoicamente
Olhos descrentes nos olhos de quem vilmente nos mente
Vida assim suplicada é vida amargurada e o sonho é a quem pertence
Fonte de Inspiração: "Saphou Sophrida".
É do conhecimento geral, pelo menos daqueles que têm obrigação de estar devidamente informados, que para se conseguir legalmente um visto internacional é necessário e imprescindível uma carta convite de uma qualquer entidade, autenticada e avalisada pelo serviço de imigração do país terceiro que se queira visitar, classe de país a que pertencem todos os que não fazem parte do Espaço Schengen mas não forçosamente pertencentes ao denominado terceiro mundo. Pronto, não foi enviado atempadamente. Qual é a espiga? É só uma ineficiência administrativa ou incompetência dos intervenientes na tal viagem ao circo, mais nada! Não! Não se trata de uma ofensiva a leste com intuitos políticos conflituosos capazes de despoletar uma guerra entre os países envolvidos no circo. Vamos lá a sossegar o facho, pessoal! Ainda não é desta que vamos pôr as nossas FA a fazer pela vida rentabilizando os 51,5 milhões investidos nos 37 Leopards 2 A6!