terça-feira, 31 de março de 2009
domingo, 29 de março de 2009
HORA DE VERÃO

Oferece-se um saquinho cheio de ar a quem passa. Mas os ursos voltaram e comeram os beefeaters, embora preferissem muito mais pescar salmões nos rios. Para que tudo volte à normalidade, a música de Adriana Calcanhoto espalha-se pelos parques infantis e um avião sem asas fica pendurado num ramo de uma árvore.
sábado, 28 de março de 2009
PARA OUVIR ÀS ESCURAS
Dois beefeaters substituíram o urso das Lojas Natura, mas agora já estão todos cobertos de post it, pois os jovens não resistem às mensagens curtas. É possível que desta novidade advenham bons resultados. Não há melhor para a saúde do que LES CHANTS SECRETS DES BALEINES.
Song of Balaena Mysticetus and Megaptera Novaeangliae - Christian Gence
Song of Balaena Mysticetus and Megaptera Novaeangliae - Christian Gence
sexta-feira, 27 de março de 2009
CA TÉDIO!
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Blimunda
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sexta-feira, março 27, 2009
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terça-feira, 24 de março de 2009
SMAS: FECHA-LHE A TORNEIRA!
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Blimunda
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terça-feira, março 24, 2009
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VAMOS AO CIRCO?!
Os cães ladram e a caravana passa! Nada mais conveniente para o actual estado do estado do que uma matilha de cães a ladrar a um salteador de resultados futebolísticos para que os verdadeiros ocupantes da caravana possam continuar, na paz do senhor, arquitectando novos e faraónicos saques. Façam-lhes ameaças de morte, divulguem tudo, tintim por tintim, na comunicação social. Que os clubes se demitam de comissões, que se demitam até das funções que lhes assiste de colocar 11 burros aos coices a outros 11 num campo relvado. Interditem uns de entrar no estádio dos outros. Organizem as claques de forma a gladiarem-se sanguinariamente. Espevitem o circo porque o que faz falta é distrair a malta. E vamos todos ao circo enquanto a caravana passa!
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terça-feira, março 24, 2009
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segunda-feira, 23 de março de 2009
PQPOPÓ!
Eu até tenho muito respeitinho pela natureza e compreendo que a polinização é das coisas mais interessantes e eficientes que nela existe. Nada que se pareça com a fecundação humana. Agora, que à custa da bendita polinização anemófila eu leve com os benditos grãos de pólen alados dos pinheiros em cima e tenha os olhos e as vias respiratórias todas fecundadas é que me lixa. Estou que nem posso!
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segunda-feira, março 23, 2009
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sexta-feira, 20 de março de 2009
DANCING QUEEN
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quinta-feira, 19 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
PARABÉNS
Hoje canto os parabéns a alguém a quem tenho a enorme felicidade de chamar AMIGA!Um beijo especial também para o nosso corrector oficial que, por muito que lhe custe, contou mais um há dois pares de dias.
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quarta-feira, março 18, 2009
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MOFINA

Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a família,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.
Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,
O que fui de coração e parentesco.
O que fui de serões de meia-província,
O que fui de amarem-me e eu ser menino,
O que fui — ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...
A que distância!...
(Nem o acho...)
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!
O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes...
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhaslágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafísica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim...
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!
Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,
O aparador com muitas coisas — doces, frutas o resto na sombra debaixo do alçado —,
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
Pára, meu coração!
Não penses! Deixa o pensar na cabeça!
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Hoje já não faço anos.
Duro.
Somam-se-me dias.
Serei velho quando o for.
Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!...
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...
Fernando Pessoa, 15/10/1929
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quarta-feira, março 18, 2009
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segunda-feira, 16 de março de 2009
MAS PORQUÊ?
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Mofina
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sábado, 14 de março de 2009
HAIKU PARA JG
Tempo do pé
Pedalante,
Careca ao vento.
Pulsação
Sem veias
Pica abelhas.
Doidísmos
Fraternos,
Seremos.
Pedalante,
Careca ao vento.
Pulsação
Sem veias
Pica abelhas.
Doidísmos
Fraternos,
Seremos.
quarta-feira, 11 de março de 2009
MERCI RR
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quarta-feira, março 11, 2009
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BOA SENHOR PGR!
“Tirem lá a vírgula que separa o sujeito do predicado Srs. Deputados, antes que façam zangar-se qualquer professor do ensino primário”.
É, com efeito, lamentável que textos de português redigidos, supostamente, por pessoas qualificadas para a execução desse serviço tenham que ser revistos e corrigidos por outras cujas competências e obrigações se diferenciam e distanciam dessa tarefa. Mesmo assim, é preferível que assim seja e que os erros crassos sejam efectivamente corrigidos e, assim, minorados males maiores, à vergonha de serem colocados ao serviço de um país produtos como foi o caso do software do Magalhães. Já os inúmeros diplomas e leis feitos à martelada e sob a pressão dos tempos ou de particulares interesses – vá-se lá saber as verdadeiras razões – manifestando graves falhas de inteligência, pragmatismo, lógica e maturação, prejudicam de forma irreversível vidas humanas.
É, com efeito, lamentável que textos de português redigidos, supostamente, por pessoas qualificadas para a execução desse serviço tenham que ser revistos e corrigidos por outras cujas competências e obrigações se diferenciam e distanciam dessa tarefa. Mesmo assim, é preferível que assim seja e que os erros crassos sejam efectivamente corrigidos e, assim, minorados males maiores, à vergonha de serem colocados ao serviço de um país produtos como foi o caso do software do Magalhães. Já os inúmeros diplomas e leis feitos à martelada e sob a pressão dos tempos ou de particulares interesses – vá-se lá saber as verdadeiras razões – manifestando graves falhas de inteligência, pragmatismo, lógica e maturação, prejudicam de forma irreversível vidas humanas.
P.s: Este não é um serviço público e qualquer vírgula em excesso ou em defeito é pura ficção.
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quarta-feira, março 11, 2009
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segunda-feira, 9 de março de 2009
HOW DEEP?
Uma bela música para ouvir depois das merecidas comemorações do "DIM" - Até as iniciais foram pensadas à medida.
E diz ela do mais alto trono do seu reinado por um dia:
Baby show me how deep comes in your love?
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segunda-feira, março 09, 2009
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HOJE É O MEU DIA!
-Passei só para dar um beijinho e para ver se está tudo bem. Disse ela com um brilhozinho nos olhos.
- Está tudo bem, obrigada. Mas contigo parece estar ainda melhor! Disse-lhe eu ao constatar o olhar meloso que ele lhe deitava ao decote. A mama nua espreitava apelativa pela abertura provocante da blusa.
- Vou indo que tenho um jantar só de mulheres mais logo no “Altos Voos”. Queres vir?
- Claro que sim, então não quero! Vai indo que vou já lá ter assim que despachar uns afazeres. Disse-lhe eu em tom irónico.
E lá foi ela, vestida de mulher, festejar o dia da mulher, feliz e segura por ser mulher, fazendo valer a sua independente feminilidade e não se importando por o não ter sido nos restantes 364 dias do ano.
Cambada de seres desprovidos de inteligência! Será possível que estas mulheres que ontem encheram restaurantes, bares, pub’s e todo o género de locais habitualmente frequentados pelos seus homens, envergonhando com os seus excessos e despudorados comportamentos aquelas que não precisam de exposições públicas para garantir a sua liberdade, sentir-se-ão efectivamente vingadas dos 364 dias e noites de submissão, subserviência, negação e dependência? Acharão elas, por ventura, que os homens as viram de forma diferente? Tristes saloias! Corja de ineptas que não vêm que neste dia não são mais do que o mesmo corpo com mamas e vagina, apenas mais visível e atingível com menos esforço, que são nos restantes dias.
Alegrai-vos ó afortunadas criaturas, pois hoje é o vosso dia! Amanhã será apenas mais um dia que não é vosso!
- Está tudo bem, obrigada. Mas contigo parece estar ainda melhor! Disse-lhe eu ao constatar o olhar meloso que ele lhe deitava ao decote. A mama nua espreitava apelativa pela abertura provocante da blusa.
- Vou indo que tenho um jantar só de mulheres mais logo no “Altos Voos”. Queres vir?
- Claro que sim, então não quero! Vai indo que vou já lá ter assim que despachar uns afazeres. Disse-lhe eu em tom irónico.
E lá foi ela, vestida de mulher, festejar o dia da mulher, feliz e segura por ser mulher, fazendo valer a sua independente feminilidade e não se importando por o não ter sido nos restantes 364 dias do ano.
Cambada de seres desprovidos de inteligência! Será possível que estas mulheres que ontem encheram restaurantes, bares, pub’s e todo o género de locais habitualmente frequentados pelos seus homens, envergonhando com os seus excessos e despudorados comportamentos aquelas que não precisam de exposições públicas para garantir a sua liberdade, sentir-se-ão efectivamente vingadas dos 364 dias e noites de submissão, subserviência, negação e dependência? Acharão elas, por ventura, que os homens as viram de forma diferente? Tristes saloias! Corja de ineptas que não vêm que neste dia não são mais do que o mesmo corpo com mamas e vagina, apenas mais visível e atingível com menos esforço, que são nos restantes dias.
Alegrai-vos ó afortunadas criaturas, pois hoje é o vosso dia! Amanhã será apenas mais um dia que não é vosso!
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segunda-feira, março 09, 2009
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sábado, 7 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
LA BOUM e REALIDADES
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Blimunda
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quarta-feira, março 04, 2009
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terça-feira, 3 de março de 2009
DUVIDAS BANCÁRIAS E NÃO SÓ!
Tem vindo a ser recorrente a teima em vir às terças de manhã comentar os dislates do “Prós e Contras” das segundas à noite.
Ainda que o quisesse fazer hoje, que não quero, não saberia o que dizer. Resumiu-se a um grupo de banqueiros, que é o mesmo que dizer larápios, arremessando mimos cuidados e envoltos em papel de embrulho brilhante uns aos outros e os outros aos uns.
Fiquei com a certeza que já suspeitava ter, que os bancos ali representados por aqueles distintos presidentes e administradores são instituições de solidariedade nacional e que apenas existem para cuidar do bem comum e zelar pelas garantias de que o banco estatal não faz asneiras.
Foi ínfima a impressão causada pela nuance “nós cidadãos e como tal accionistas do banco estatal e não como presidentes de bancos da concorrência”. Só senti uma ligeira náusea e vontade de vomitar. Como se aquela corja de candongueiros se interessasse pelo bem comum. Como se se indignassem pela própria descarada ladroeira. Todos os ali presentes afirmaram que o negócio foi pevas transparente. Todos ali afirmaram que era grave mas ninguém foi, nem será nunca, capaz de dizer – descubramos quem surripiou o dinheiro, punamos devidamente o meliante e ressarçamos os lesados. Seria o mesmo que dar um tiro no dedo do próprio pé e os gajos não são burros. Por isso são banqueiros e não ministros.
Ainda que o quisesse fazer hoje, que não quero, não saberia o que dizer. Resumiu-se a um grupo de banqueiros, que é o mesmo que dizer larápios, arremessando mimos cuidados e envoltos em papel de embrulho brilhante uns aos outros e os outros aos uns.
Fiquei com a certeza que já suspeitava ter, que os bancos ali representados por aqueles distintos presidentes e administradores são instituições de solidariedade nacional e que apenas existem para cuidar do bem comum e zelar pelas garantias de que o banco estatal não faz asneiras.
Foi ínfima a impressão causada pela nuance “nós cidadãos e como tal accionistas do banco estatal e não como presidentes de bancos da concorrência”. Só senti uma ligeira náusea e vontade de vomitar. Como se aquela corja de candongueiros se interessasse pelo bem comum. Como se se indignassem pela própria descarada ladroeira. Todos os ali presentes afirmaram que o negócio foi pevas transparente. Todos ali afirmaram que era grave mas ninguém foi, nem será nunca, capaz de dizer – descubramos quem surripiou o dinheiro, punamos devidamente o meliante e ressarçamos os lesados. Seria o mesmo que dar um tiro no dedo do próprio pé e os gajos não são burros. Por isso são banqueiros e não ministros.
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terça-feira, março 03, 2009
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À MAC e À SAPHOU!
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terça-feira, março 03, 2009
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segunda-feira, 2 de março de 2009
VINDICTA OU SENSO COMUM?
Os olhos dela brilhavam num misto de sacanice e vingança enquanto me relatava o episódio.
- Eh pá estava farta dos avanços descarados da gaja. Ele eram risinhos e decotes, cigarros fumados a dois na varanda, toques de mãos, conversas ranhosas sempre a roçar o mesmo. No dia em que a vi quase em cima dele no sofá passei-me.
- E então? Que fizeste? Pergunto-lhe já convencida de que a coisa tinha descambado para a baixaria.
- Nada de especial. Apenas a convidei para vir ter connosco à cama quando todos tivessem já adormecido.
- Convidaste nada! Estás a gozar comigo?! Só pode!
- E por alma de que santo é que eu gozaria contigo? Disse-lho, assim, com todas as letras.
- E ela aceitou?
- Qual quê? Imagina que em vez de ordenar ao único neurónio que lhe habita a cabecinha de rola para que funcionasse ainda que uma só vez que fosse e pensar que provavelmente ter-me-ia apercebido do que se estava a passar entre eles, achou que eu queria ter sexo com ela.
- Eh pá estava farta dos avanços descarados da gaja. Ele eram risinhos e decotes, cigarros fumados a dois na varanda, toques de mãos, conversas ranhosas sempre a roçar o mesmo. No dia em que a vi quase em cima dele no sofá passei-me.
- E então? Que fizeste? Pergunto-lhe já convencida de que a coisa tinha descambado para a baixaria.
- Nada de especial. Apenas a convidei para vir ter connosco à cama quando todos tivessem já adormecido.
- Convidaste nada! Estás a gozar comigo?! Só pode!
- E por alma de que santo é que eu gozaria contigo? Disse-lho, assim, com todas as letras.
- E ela aceitou?
- Qual quê? Imagina que em vez de ordenar ao único neurónio que lhe habita a cabecinha de rola para que funcionasse ainda que uma só vez que fosse e pensar que provavelmente ter-me-ia apercebido do que se estava a passar entre eles, achou que eu queria ter sexo com ela.
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Blimunda
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segunda-feira, março 02, 2009
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domingo, 1 de março de 2009
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